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14 setembro 2014

#Resenha: Réquiem - Lauren Oliver

Autora: Lauren Oliver
N° de pág. 303
Editora: Intrínseca

Sinopse: 
No desfecho surpreendente e eletrizante da série Delírio, não se pode mais ignorar a revolução: ela tomou o país, suas cidades e sua população. Os Inválidos crescem a cada dia, e o conflito final se aproxima. Lena agora está do lado deles, mas não são apenas os ataques dos reguladores que ela precisa enfrentar. O retorno de Alex, que ela pensou que estivesse morto, e o reencontro com Hana, que foi pareada com o futuro prefeito e leva uma vida confortável, tumultuam ainda mais seus pensamentos. Em Réquiem, Lauren Oliver mostra que a revolução é um caminho sem volta, assim como a liberdade.



Olá Leitores!

Finalmente terminei de ler essa trilogia. Réquiem veio para fechar a história que Lauren Oliver deu início em Delírio, seguida de Pandemônio.

As resenhas dos dois primeiros livros dessa trilogia, foram uma das primeiras que fiz aqui no blog, mas vamos ao que interessa.

Dê play para ouvir a trilha sonora selecionada para essa resenha.


Diferente do que acontece nos outros livros, Réquiem tem a narrativa dividida.
Os capítulos são alternados entre a Hana e a Lena.

Em uma sociedade onde o amor é visto como uma doença, onde pais fingem se importar com seus filhos, casais mal se tocam, mal se olham...
Você teria coragem de se rebelar contra o sistema e lutar por sua liberdade de dizer Eu Te Amo?

Eu confesso que gostei mais dos capítulos da Hana, já estava cansada da Lena e seus mimimis.
A Hana é mais independente, mais esperta e audaciosa.
Mesmo depois de curada, ela continua tendo seus questionamentos e coragem de se aventurar a descobrir respostas.
Agora que é noiva do novo prefeito, os holofotes estão virados todos em sua direção, mas ela sempre encontra um jeito de se livrar deles.

Sobre a Lena.
Bom,,, No final de Pandemônio, a autora fez algo que me irritou profundamente e levou a uma grande maratona de mimimi para a personagem em Réquiem, como eu já havia comentado na resenha de Pândemonio que achei que isso fosse acontecer.
Lena está dividida entre dois amores, sim, mais um triangulo amoroso.
Eu esperava que Réquiem trouxesse mais ação, mais dilemas filosóficos sobre liberdade, mas perde-se muito tempo com os dilemas amorosos de Lena.

Muitas coisas ficaram em aberto para serem preenchidas com a imaginação do leitor, acho isso muito legal em um livro, mas algumas lacunas a autora poderia ter preenchido. Fiquei com a impressão de que ela não soube resolver situações que ela mesmo criou.
Estava na última página e ainda tinha tanta coisa a ser resolvida que eu acreditei que ela escreveria mais um livro, mas pelo que vi, a história terminou mesmo em Réquiem.

Também senti falta de algo mais profundo com relação a Julian, ele era meu personagem preferido, mas fica muito de lado em Réquiem, pegando só a rebarba das inquietações de Lena.

Apesar de ter me decepcionado, foi uma história que me fez pensar sobre os conceitos de amor e liberdade.
Ainda não sei se gosto ou não gosto dessa história, mas eu recomendo a leitura, com certeza é do tipo que continua viva mesmo depois da última página.

Não posso deixar de comentar sobre a diagramação e capa do livro, assim como seus antecessores, foi um trabalho muito bem feito.
Os detalhes são mínimos . É um livro gostoso de segurar. A editora está de parabéns pelo trabalho.

Beijos da Nana!

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